CUT defende amplia‡Æo do CMN e mudan‡as para o pa¡s crescer

(São Paulo) Em nota ofical, o presidente Nacional da CUT, Artur Henrique, defendeu a necessidade de mudanças nos rumos da economia. A declaração foi divulgada diante da publicação dos números da economia, com crescimento de 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2006.

 

Leia a íntegra: 

 

Nota oficial

 

O fraco crescimento do PIB em 2006 reforça a necessidade de mudanças que temos defendido ao longo dos últimos anos. A queda da taxa básica de juros deve acontecer em ritmo mais acelerado e o Conselho Monetário Nacional precisa ser ampliado, abrindo espaço para trabalhadores e representantes do setor produtivo como forma de garantir que a estabilidade da inflação não continue sendo encarada pelo Banco Central como razão única da existência de um país.

 

A presença do setor produtivo nas decisões da política macroeconômica visam incluir outras duas metas formais à política macroeconômica, a de crescimento e a de geração de empregos formais.

 

O PAC é uma sinalização clara de que o governo federal quer priorizar o desenvolvimento, ainda que a CUT defenda mudanças essenciais no programa, visando a valorização do mundo do trabalho. Acima de tudo, é necessário que o BC se incorpore à busca por um desenvolvimento sustentável e não continue jogando contra as potencialidades do PAC.

 

Artur Henrique

Presidente nacional da CUT

 

Fonte: Contraf-CUT, com informações da CUT

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram