Conselho de Usu rios do Sa£de Caixa analisa n£meros

(São Paulo) O Conselho de Usuários do Saúde Caixa reuniu-se na última quinta e sexta-feira em Brasília para analisar os resultados de 2006 e a projeção atuarial para 2007. Os integrantes do Conselho apreciaram os relatórios e remeteram o resultado das discussões para serem debatidos entre os empregados e a Caixa na mesa de negociação permanente desta quarta-feira, dia 29.

 

“A Caixa está propondo um reajuste no teto de co-participação, tendo em vista a inflação médica do período de 14% e o processo de negociação entre a Unidas (que representa os planos de saúde de autogestão) e as entidades representativas dos profissionais médicos para um reajuste da ordem de 7% na CBHPM (Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos). Vamos debater a questão na mesa de negociações permanentes e diminuir ao máximo o impacto do reajuste para os bancários”, afirma Plínio Pavão, secretário de Saúde da Contraf-CUT e coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa.

 

Segundo o dirigente, o valor das mensalidades do grupo familiar não deve ser aumentado e permanecerá nos atuais 2% para o ano que vêm. Mas os valores do teto de co-participação e a mensalidade do dependente indireto terão de ser revistos.

 

“As mensalidades dos dependentes indiretos têm causado um impacto financeiro no Plano porque os valores cobrados, historicamente, estão muito aquém da realidade dos custos. Este problema existe desde que a Caixa implantou unilateralmente as alterações no Plano, em fevereiro de 2002. Agora precisamos corrigir as distorções para não comprometer o futuro do Saúde Caixa”, explica Plínio.

 

Fonte: Contraf-CUT

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