Seeb/Jundiaí retarda abertura de agência do BB Campo Limpo

Se depender do Banco do Brasil o futuro do país será marcado pelo desrespeito para com funcionários e clientes. Esse foi o alerta do Sindicato dos Bancários de Jundiaí e Região que retardou a abertura da agência Campo Limpo Paulista por trinta minutos, na manhã desta quinta-feira (18). A atividade teve com objetivo pressionar a Superintendência Regional no sentido de melhorar as condições de atendimento da agência.

Conforme denúncias encaminhadas ao Sindicato, a gerência local tem disponibilizado apenas um funcionário para fazer o serviço de caixa – seja para clientes, usuários ou atendimento preferencial. Além disso, a quantidade de correntistas está aumentando e a sit uação está ficando insustentável na agência.

“No dia a dia, o cliente é obrigado a enfrentar filas intermináveis, causando-lhe grandes transtornos. Os funcionários do banco também sofrem com esta situação, pois arcam com o excesso de trabalho e são cobrados com metas abusivas. Muitas vezes a agência perde a oportunidade de realizar bons negócios por conta deste descaso da diretoria do banco, que só sabe cobrar, mas na hora de dar estrutura para as agências, se finge de morta”, disse Paulo Santos Mendonça, presidente do Sindicato.

Segundo o dirigente sindical, a atividade de mobilização iniciou com uma reunião no interior da agência exclusivamente com os funcionários que se mostraram receptivos à causa. Na seqüência, os diretor es do sindicato conversaram e distribuíram uma carta aberta para clientes e usuários, ressaltando que o atraso da abertura da agência tinha como objetivo garantir melhores condições de atendimento. A receptividade também foi positiva.

Por fim, os diretores do sindicato esclareceram clientes e usuários de que a cidade de Campo Limpo Paulista tem uma lei que regulamenta o tempo de permanência em filas de bancos e que se alguém estiver se sentido lesado deve denunciar junto ao Procon.

Campanha Nacional 2008 – Vale salientar que o Comando Nacional dos Bancários, que está em negociação com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), reivindicou nesta semana a cont ratação de mais funcionários, estabelecendo um efetivo mínimo para o atendimento aos clientes. Mas, numa atitude intransigente, os banqueiros disseram NÃO para essa reivindicação e todas as demais referentes à Emprego, Saúde e Condições de Trabalho e Igualdade de Oportunidades, com o propósito claro de tentar limitar a atuação do movimento sindical.

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