Primeira negociação com o BNB abrange emprego e condições de trabalho

Foram apresentadas ao banco 36 cláusulas da pauta específica de reivindicações dos funcionários

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), assessorada pela Comissão Nacional dos Funcionários do BNB (CNFBNB), realizou na segunda-feira, dia 10 de agosto, a primeira reunião de negociação com a direção do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), referente à pauta específica de reivindicações dos funcionários, relativa à Campanha Nacional dos Bancários 2020.

A reunião ocorreu na sede administrativa do banco, em Fortaleza, sob a coordenação do secretário geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga, representando os trabalhadores, e do diretor Administrativo do BNB, Haroldo Maia, representando o BNB.

Nesta primeira rodada de negociações, foram apresentadas ao banco 36 cláusulas da pauta específica de reivindicações dos funcionários, todas abordando assuntos relativos ao tema Emprego e Condições de Trabalho. Seguindo o calendário aprovado pelas partes, ocorrerão mais três reuniões (dias 14, 19 e 26 deste mês) para que sejam entregues e debatidas todas as 62 cláusulas da pauta, envolvendo também reivindicações relativas à Saúde e Previdência e itens de natureza econômica e social.

A direção do BNB recebeu as propostas do primeiro bloco para análise e posicionamento nos encontros seguintes.

Representantes dos sindicatos de Alagoas (Thiago Miranda), do Ceará (Carmen Araújo), da Paraíba (Robson Andrade), de Pernambuco (Fernando Batata), do Piauí (Lusemir Carvalho), de Sergipe (João Welington), Federação BA/SE (Waldenir Brito) e Federação dos Bancários do Centro-Norte (Talita Regia).

O coordenador da Comissão Nacional dos Funcionários do BNB, Tomaz de Aquino, relatou as cláusulas ao banco, apoiado pelos também diretores do Sindicato dos Bancários do Ceará, Pedro Moreira, Océlio Silveira e Cláudio Rocha.

“A primeira cláusula apresentada à direção do banco trata de uma questão preliminar importantíssima: a garantia de manutenção do acordo atual até o fechamento do novo acordo, caso isso não ocorra antes do dia 1º de setembro. A relevância desse artigo se dá por conta do fim da ultratividade com o advento da nova lei trabalhista em vigor desde novembro de 2019. Ressaltamos também nesta primeira negociação o interesse dos trabalhadores pela manutenção da mesa única de negociação”, afirmou Tomaz de Aquino, diretor do SEEB/CE e coordenador da CNFBNB

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