Cassi: Nem tudo o que dizem sobre voto de decisão do presidente é verdade

Para os temas mais sensíveis e caros aos associados é preservada a paridade na decisão

Um dos avanços da nova proposta é a restrição do voto de decisão do presidente da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) a assuntos estritamente administrativos como, por exemplo, a locação de imóveis, treinamentos, necessidade de horas extras, fixar regras para renegociação de dívidas de participantes, entre outros.

Isso significa dizer que não inclui competências que são exclusivas do Conselho Deliberativo e do Corpo Social. Em outras palavras, qualquer decisão sobre estratégia, custeio, governança, estrutura, saúde, regulação, produtos ou benefícios está completamente fora da alçada do voto de decisão do presidente.

Para os temas que constituem o negócio da Cassi e os interesses dos associados, será mantida a decisão paritária como ela é hoje.

Em caso de empate

Se houver empate na diretoria, e permanecer após 15 dias, o presidente poderá decidir apenas sobre atos necessário à organização e funcionamento da Cassi. Mas, não sobre temas que envolvam aqueles que já citamos anteriormente. Para os temas mais sensíveis e caros aos associados é preservada a paridade na decisão.

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