Uso de máscara no local de trabalho é parte do protocolo de segurança da Caixa

Contraf-CUT orienta os empregados a denunciarem o descumprimento

O Brasil tem 57.774 mortes por coronavírus e 1.352.708 casos confirmados confirmadas até as 13 horas desta segunda-feira (29), de acordo com um levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Com esses números alarmantes, fica ainda mais claro que os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) são sabidamente essenciais para garantir a segurança daqueles que precisam sair de casa durante a pandemia do novo coronavírus. No ambiente de trabalho, o uso de máscara e álcool 70% se tornaram fundamentais, conforme orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O confinamento de pessoas em ambientes fechados, sem restrições de barreira entre as estações de trabalho, bem como o uso coletivo de elevadores e outros ambientes, ampliam consideravelmente o risco de contaminação, mesmo os casos assintomáticos. Assim, nos locais de trabalho do bancário, onde circulam muitas pessoas diariamente, o não uso expõe todos ao risco de contaminação.

Durante as negociações, logo no início da pandemia, os representantes dos bancários cobraram e os bancos concordaram em disponibilizar os equipamentos necessários para todos os funcionários, independente da categoria. Essa é uma das medidas que compõem o protocolo de segurança firmado entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).

“Somos a favor da manutenção do isolamento social enquanto perdurar a pandemia, inclusive já solicitamos para a Caixa a prorrogação do Projeto Piloto. E já pedimos para a GERET que reforce internamente o uso de máscaras pelos empregados, bem como todo o protocolo sanitário. Isso é proteção pra todos que estão no trabalho presencial. Como ainda não foi disponibilizado o direito de testagem, não é possível saber quem está com o vírus e já é sabido que mesmo pessoas assintomáticas podem transmitir o coronavírus”, ressaltou Fabiana Uehara Proscholdt, secretária da Cultura e representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) nas negociações com o banco. “O descumprimento do protocolo de segurança por parte da Caixa deve ser denunciado ao seu sindicato.”

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