Sindicato da Paraíba faz BO contra o BB pelas agressões feitas aos funcionários

Nesta última sexta-feira (11), o presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Marcos Henriques e Silva, denunciou o Banco do Brasil pela falta de assistência jurídica e psicológica aos seus funcionários, constantemente agredidos moral e até fisicamente por clientes e usuários durante o expediente ao público, na 2ª Delegacia Distrital da Capital.

Não é de hoje que o funcionalismo do Banco do Brasil vem sofrendo todo o tipo de pressão, tanto para cumprir metas abusivas e absurdas, quanto para atender um público cada vez maior. E isso tudo por conta do aumento da demanda por produtos e serviços, sem que o Banco tenha um quadro funcional suficiente para prestar o atendimento que a população merece.

O mais grave nisso tudo é que se trata de uma instituição financeira pública, a maior da América Latina, que deveria dar o bom exemplo e contratar pessoal suficiente para prestar o melhor atendimento aos verdadeiros donos do Banco do Brasil, que é o povo.

Marcos Henriques criticou a postura do Banco, que sequer toma conhecimento das agressões sofridas pelos seus funcionários durante o expediente. “E, como o Banco do Brasil não toma nenhuma providência para proteger a funcionária ou o funcionário agredido, a diretoria do Sindicato dos Bancários da Paraíba tomou essa atitude extrema de procurar a Polícia e denunciar o descaso do banco público para com os seus funcionários”, justificou.

E alertou que essa queixa-crime foi o primeiro passo para defender bancárias e bancários vítimas da fúria de clientes e usuários mal atendidos por culpa do Banco e que a Entidade representativa da categoria vai recorrer à Justiça para que a empresa assuma sua responsabilidade perante os empregados agredidos injustamente.

“Os funcionários não podem, nem devem pagar pela precariedade no atendimento ao público, por conta da falta de funcionários, quando a diretoria do BB está apenas preocupada em aumentar cada vez mais os lucros da instituição financeira, como se o Banco do Brasil fosse apenas um banco comercial e não tivesse nenhuma responsabilidade social, nem o dever de proteger seus empregados”, concluiu o presidente.

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