Reforma no Bradesco gera insalubridade e transtornos a clientes e funcionários em Porto Velho (Ro)

A reforma do prédio da agência do Bradesco localizada na avenida Carlos Gomes (Porto Velho), iniciada ainda em novembro, tem gerado um ambiente de alta insalubridade e causado transtornos diários a clientes, usuários e aos funcionários do banco. É o que constatou o Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro de Rondônia (SEEB-RO) que, em visita à unidade, pôde confirmar as denúncias de uma obra de grandes proporções que vem causando um verdadeiro caos a quem trabalha na agência ou precisa estar em suas dependências para resolver alguma atividade bancária.

Poeira e pó em excesso, fios elétricos expostos, o forte odor de tinta e outras substâncias nocivas, além de operários circulando na agência em pleno horário de atendimento ao público, com carrinho de mão cheio de argamassa, ou usando os banheiros destinados aos funcionários, são apenas algumas das atrocidades reveladas na visita do Sindicato à agência. Isso sem mencionar o sistema de ar condicionado totalmente precário e necessitando de manutenção urgente.

Os trabalhadores chegaram a se reunir e pedir à gerência que o banco disponibilizasse mais duas zeladoras extras para fazer a limpeza antes que a agência fosse aberta ao público, mas o pedido, até o momento, foi ignorado.

“A poeira é tanta que se passarmos um dedo nos móveis e equipamentos daria para escrever com ela. Essa obra está causando sérios problemas para a saúde das pessoas. Muitos funcionários estão reclamando do incômodo com muito barulho na hora do expediente, e alguns destes funcionários já apresentam problemas de garganta, alergias e outras crises na saúde. Isso é um descaso e um desrespeito com o ser humano, com todos os funcionários e também com os clientes e usuários desta agência, e isso será denunciado aos órgãos competentes”, afirmam os dirigentes do SEEB-RO, que lembram que o Sindicato também fez, há alguns meses, solicitação ao banco para que fosse dada uma maior atenção à questão da segurança nas agências, especialmente as que passam por obras de reforma.

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