PI: Sindicato reúnem trabalhadores do Santander e da UFPI para defender atendimento pessoal

Diretores do Sindicato dos Bancários do Piauí (SEEBF-PI) estiveram na agência Santander da Universidade Federal do Piauí (UFPI), na manhã desta sexta-feira (16/11), dialogando com funcionários sobre pontos do Acordo Coletivo de Trabalho 2019/2020 e em defesa da permanência do atendimento pessoal aos clientes, contrário a intensão do banco de extinguir a função de caixa pessoal naquela unidade, limitando os clientes ao autoatendimento.

“Em 2015 já houve essa tentativa do Santander de acabar com o caixa e fizemos mobilização em parceira com a associação dos docentes (Adufpi), o sindicato dos trabalhadores da universidade (Sintufpi) e a reitoria e conseguimos rever a situação. Agora o Santander tenta novamente extinguir o caixa de atendimento pessoal. Levando em consideração o aspecto cultural aqui no Piauí, em que clientes, e principalmente os servidores da universidade que recebem salário nessa agência, preferem o atendimento pessoal. Queremos negociar administrativamente para manter esse caixa. O banco insiste em retirar, dizendo que vai colocar o coordenador e o administrador para atenderem as pessoas que quiserem o atendimento pessoal. Ou seja, vão criar um atendimento seletivo. E segundo normativa do Banco Central, o cliente tem direito de escolher ou o autoatendimento ou o caixa pessoal”, explicou Cesário Alves, diretor do SEEBF-PI.

O vice-presidente do Sindicato dos Bancários do Piauí, lembra que a função principal do sindicato é trabalhar na defesa dos trabalhadores e na fiscalização para que os bancos prestem um bom trabalho à sociedade.

“Com a presença do sindicato nas unidades a gente socializa os problemas e principalmente ouve os colegas que estão dentro das agências. As mudanças propostas pelos bancos, neste caso o Santander, avança a passos largos na questão do atendimento digital dentro do setor bancário e isso gera desemprego e muitos problemas. Buscamos negociar como o banco que tem que manter o atendimento pessoal, presencial. Os clientes têm dificuldades de fazer suas transações financeiras, além do que no mundo digital as pessoas estão mais vulneráveis a crimes e golpes. Os bancos têm que prestar um serviço social de qualidade e com segurança. O papel do sindicato é esse, defender o trabalhar e o bom serviço dos bancos à sociedade”.

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