Momento Bancário aborda importância do Censo da Diversidade para a categoria

Edição apresentada pela presidenta do Seeb SP, Ivone Silva, vai ao ar nesta quinta-feira 3, às 17h, pelo canal do Youtube e com retransmissão também no site e Facebook
Fonte: Seeb SP

A próxima edição do Momento Bancário, realizado pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região (Seeb-SP), vai abordar a realização do 3º Censo da Diversidade Bancária, que tem como intuito traçar o perfil da categoria por gênero, raça, orientação sexual e pessoas com deficiência (PCDs), visando a promoção de políticas de inclusão e igualdade de oportunidades nos bancos.

O programa, apresentado pela presidenta do Seeb SP, Ivone Silva, contará com a participação da secretária-geral da entidade, Neiva Ribeiro, e do diretor de RH do Bradesco, Victor Queiroz, que falará sobre como as informações obtidas por meio do Censo irão nortear os debates entre o banco e o movimento sindical, em questões que dizem respeito à diversidade e igualdade de oportunidades nas instituições financeiras. 

A edição vai ao ar nesta quinta-feira (3/10), às 17h, pelo canal do Youtube, e terá retransmissão no site e Facebook do Sindicato. Não perca!

Agentes da Diversidade

O levantamento é uma das conquistas da categoria na mesa de negociação com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Esta é a terceira edição do Censo. As duas anteriores foram realizadas em 2008 e 2014 e foram fundamentais para levantar o perfil do trabalhador bancário. E ambas mostraram que o setor bancário ainda é desigual: as mulheres ganham menos que os homens e nergos e PCDs ainda são uma pequena minoria em agências e departamentos dos bancos.

Esta terceira versão do Censo vai além do perfil da categoria. Também foi lançada uma campanha para que bancárias e bancários tornem-se agentes da diversidade. Ou seja, cidadãos conscientes da necessidade de ampliação da igualdade de oportunidades no setor bancário e da eliminação dos preconceitos, e empenhados em debater e promover o respeito às diferenças, a cultura de não violência e o fim de qualquer discriminação, tanto nos locais de trabalho quanto em seus círculos de convivência social.

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