Contraf debate Igualdade de Oportunidades com Fenaban

(São Paulo) Nesta quarta-feira, às 15h, Contraf-CUT e Fenaban debatem os temas da mesa temática Igualdade de Oportunidades. Os membros da CGROS estão convocados para reunião preparatória às 10h30, na nova sede da Contraf (Rua Libero Badaró, 158 – 1º andar – Centro de São Paulo).

A pauta da reunião será a apresentação para a Fenaban da Oficina sobre Pessoas com Deficiência. Dessa forma, a prioridade será dada a membros da CGROS que ainda não a assistiram.

Mapa da Diversidade

No último dia 9, durante sessão da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados em Brasília, ocorreu a 7ª reunião entre o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Febraban para discutir os encaminhamentos da aplicação do Mapa de Diversidade nos bancos. Compuseram a mesa: Cida Bento, do Centro de Estudos das Relações do Trabalho e da Desigualdade – CEERT – assessora da FEBRABAN na elaboração da pesquisa (Censo); Mario Sergio, da FEBRABAN, coordenador do Processo; o deputado federal Luiz Couto, presidente da comissão; Otávio Brito Lopes, Vice Procurador Geral do MPT; e Arlene Montanari, Secretaria de Políticas Sociais da Contraf-CUT.

A Febraban apresentou o estágio em que se encontram os encaminhamentos para a aplicação da pesquisa, que é uma das etapas do Processo de Inclusão Social nos Bancos, acordado entre as partes nessa Comissão. Apesar de não conseguir cumprir o cronograma inicialmente apresentado, devido à complexidade do processo de discussão com todos os atores envolvidos, garantiu-se que a apresentação dos resultados será mantida para o início de 2008.

O 2º Seminário de Diversidade da Contraf foi citado nos debates, bem como a criação do Grupo de Acompanhamento e Aperfeiçoamento do processo entre a Fenaban e a Contraf. Em suas considerações finais, Arlene Montanari declarou que, mesmo sendo mais lento e complexo do que se imaginava, o processo já atendeu parte do que reivindicamos há anos: a discussão do tema em todas as instâncias dos bancos e entre atores externos, o que culminará com a tão esperada “auditoria de diversidade” no setor bancário.

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