Contraf-CUT pede suspensão de prazo para manifestação dos empregados no BIM

Confederação se reúne com a Caixa na sexta-feira para tratar o assunto

A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, que assessora a Confederação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), enviou um ofício para pedir a suspensão do prazo para manifestação dos empregados no Banco de Interesses de Manifestação (BIM), até a próxima sexta-feira (28/06/2019), quando ocorrerá reunião entre a direção do Banco e a Confederação oficiante.

Para Fabiana Uehara Proscholdt, secretária de Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e representante da Confederação nas negociações com o banco, a suspensão para escolha no BIM é imprescindível já que a transferência arbitrária desses empregados pela Caixa não foi debatida na mesa permanente de negociação, o que descumpre a cláusula 48, parágrafo terceiro do ACT 2018/2020. “O debate junto à mesa de negociação permanente é fundamental. Qualquer mudança na Caixa Econômica Federal deve resguardar os direitos dos empregados, observando os eventuais impactos na vida funcional dos atingidos pela implantação de novos processos de trabalho.”

O plano de realocação de pessoal da Matriz foi lançado no dia 30 de maio, sem qualquer diálogo com as representações dos empregados e faltando poucos dias para o encerramento do prazo para adesão ao Programa de Demissão Voluntária (PDV), no dia 7 de junho. Na avaliação das entidades representativas dos trabalhadores da Caixa, o programa de realocação foi elaborado sem considerar os impactos que trará nas áreas e nos trabalhadores envolvidos.

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