Bancários se reúnem no Santander de Teresina para discutir sobre Campanha Nacional 2018

A Campanha Salarial 2018 foi o principal tema abordado, nesta terça-feira (03), pelos diretores do Sindicato dos Bancários de Piauí Gece James, Hortência Oliveira, Cesário Alves, Francisco Reis, Odaly Medeiros, Edvaldo Cunha e Mariano Segundo, na reunião com empregados do Santander, agência da Universidade Federal do Piauí (UFPI). Na oportunidade, foram repassados os últimos informes sobre o andamento das negociações entre bancários e representantes dos bancos.

Em seu discurso, Cesário Alves falou sobre o Acordo Coletivo de Trabalho da categoria vigente, o qual contem 72 cláusulas específicas, mas o Santander quer alterar quatro delas. “Uma diz respeito a Participação nos Lucros e Resultados (PLR); Plano de Saúde; Previdência e Termo de Compromisso”, enumerou.

O sindicalista disse, ainda, que na primeira rodada de negociação a Fenaban não assinou o pré-acordo, sendo marcada outra data para discutir a pauta de reivindicações, cujo índice pedido este ano é 5% mais a inflação. “Se até o dia 31 de agosto não renovarmos o acordo, vamos perder vários direitos conquistados ao longo de nossas lutas no movimento sindical”, enfatizou Cesário.

Já o vice-presidente, Odaly Medeiros, destacou a importância do atual momento para todos os Estados quando se discute a Campanha Salarial 2018. “Com as mudanças na Reforma Trabalhista, muitas cláusulas que garantiam nossos direitos estão ameaçadas, daí a importância de estarmos juntos nessa luta”, disse, acrescentando que também foi defendida mesa única para todos os bancos, públicos e privados.

Ele conta que os sindicatos estão se esforçando para que o pré-acordo seja assinado até o dia 10 de agosto e assim manter o que foi garantido, “caso contrário, será inevitável uma greve por tempo indeterminado. Defendemos a unidade da categoria que será a resposta a politica de contramão dos bancários”, assegurou.

 Odaly fez questão de conclamar os empregados do Santander a aderir ao movimento grevista, pois os trabalhadores precisam estar organizados nesse momento em que estão em jogo os direitos conquistados com muito sacrifício.

Por sua vez, Edvaldo Cunha ressaltou que este ano a briga é contra retirada de direitos conquistados, “como a permanência das homologações que deverá ser feita pelo SEEBF-PI, pois no local de trabalho é ruim para os empregados”, relatou ele que abordou também a questão da previdência.

Para finalizar, Mariano Segundo avisou a todos que o sindicato está fazendo uma campanha de recadastramento com atualização de dados e aproximação dos empregados, com o sorteio de TVs a cada mil cadastros.

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