Bancários cariocas discutem combate ao racismo presente na sociedade

O racismo por parte dos bancos continua e tem que ser combatido diariamente. A afirmação foi feita pelo diretor da Secretaria de Igualdade Racial da Contraf-CUT, Almir Aguiar, durante palestra na última terça-feira no debate “Por mais negras e negros nos bancos”. O evento foi organizado pelas Secretarias de Políticas Sociais do Sindicato e da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Fetraf-CUT).

O dirigente fez um balanço sobre o “Mapa da Diversidade”, pesquisa feita em 2014 que mostrou serem negros e negras apenas 14,27% da categoria bancária. Segundo Almir, este quadro não mudou, à exceção dos bancos públicos, em função dos concursos. “Existe muito preconceito por parte dos bancos. A cor da pele ainda é uma grande dificuldade na contratação e na ascensão funcional”, afirmou. Acrescentou que as medidas do governo golpista de Michel Temer que restringiu vários programas sociais, como Minha Casa, Minha Vida e Farmácia Popular, atingiram em cheio a população negra, a mais pobre. “Fez recuar o início do processo de reparação instituído pelos governos Dilma e Lula”, avaliou.

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