Após cobrança do Seeb Jundiaí -SP, prefeituras começam instalação de toldos e cadeiras nas filas da Caixa

Franco da Rocha, Campo Limpo Paulista e Caieiras já montaram estrutura para otimizar distanciamento e proteger população de sol e chuva

A pedido dos sindicatos e da Contraf-CUT, algumas prefeituras do país começaram a instalar toldos e cadeiras em frente às agências da Caixa Econômica Federal, onde ocorre o pagamento do auxílio emergencial, que deve beneficiar cerca de 40 milhões de pessoas durante a quarentena do Coronavírus.

O município Franco da Rocha, em São Paulo, comandado pelo prefeito Kiko Celeguim (PT) foi o primeiro a montar as estruturas de apoio para a população. ‘’Dessa forma garantimos um maior distanciamento social entre as pessoas, protegendo-as também do sol e da chuva’’, disse o prefeito nas redes sociais da prefeitura. Kiko informa que as ruas Hamilton Prado e Azevedo Soares, no Centro, foram parcialmente interditadas, mas o tráfego não foi prejudicado.

Em Caieiras, em São Paulo, também já há estrutura montanda. ‘’ O sistema de atendimento será por meio de senhas, em mais um esforço para evitar aglomerações, já que o fluxo de pessoas que precisam ir ao banco está aumentando’’, informa nota da prefeitura.

Campo Limpo também vai ajudar com funcionários

O diretor do Sindicato dos Bancários de Jundiaí e região, em São Paulo, Gerson Pereira, que também é secretário de Comunicação da Contraf-CUT, contatou o médico e prefeito de Campo Limpo Paulista, Japim de Andrade para solicitar as instalações. ‘’Quando falei com dr. Japim, ele informou que a cidade já estava providenciando a estrutura e, hoje, a agência da Caixa, na avenida presidente Vargas, já está com os toldos instalados e fitas zebradas para isolar a rua do tráfego local’’.

O prefeito Japim disse que também irá disponibilizar cadeiras, para garantir o distanciamento social, além de três funcionários da prefeitura para ajudarem na orientação e organização das filas’’.  Em princípio, a estrutra ficará disponível por três meses.

’Essa é uma questão de saúde pública e as prefeituras têm sim que ajudar a população nesse momento. E, embora o  Governo Federal tenha aceitado conceder o auxílio, não se preocupou com a quantidade de pessoas que iriam à Caixa, e muito menos com as condições com as quais as pessoas estariam submetidas, o que é simplesmente vergonhoso do ponto de vista humano’’, avalia o coordenador da subsede da CUT, Douglas Yamagata.

fonte: Seeb Jundiaí

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